Ferramentas gratuitas para a Reforma Tributária

Sua nota está pronta para a Reforma? Descubra em 30 segundos.

Valide o IBS/CBS de uma NF-e ou NFS-e agora, sem cadastro — o documento roda em memória e é descartado, nunca armazenado. Emite mercadorias ou serviços, sistema próprio ou ERP de mercado: descubra o que quebraria na Reforma antes de emitir de verdade.

Sou software house — conhecer a API de cálculo

Sem cadastro para validar · Validado contra NT 2025.002 e o Manual v1.0 do Split Payment

Rápido — resultado em segundosPrivado — XML nunca é armazenadoIA-friendly — integre via llms.txt
Prova verificável

Sem logo, sem depoimento — só dado que dá pra conferir.

Nenhum número aqui é estimativa. É o que os Validadores públicos processaram, agregado sem CPF/CNPJ identificável e sem o XML em si — que nunca é armazenado.

29
códigos de erro catalogados, cada um com correção e norma
NT 2025.002 v1.30 (RTC)
norma de referência do motor
26/08/2026
última atualização de regras
O cenário

Em 2026 a nota já é rejeitada sem IBS/CBS. O split, em 2027, só amplifica.

Duas obrigações já valem antes de qualquer split existir — nenhuma depende do banco, nenhuma depende de uma portaria de adiamento do split para continuar valendo.

NF-e sem IBS/CBS: rejeição na emissão

Documento sem o grupo de IBS/CBS por item passa a ser rejeitado na porta de entrada — a nota não sai, com ou sem split.

NFS-e: prazo duro em 01/11/2026

ME/EPP do Simples entram no emissor nacional nessa data. Sistema que ainda gera NFS-e municipal para de emitir para essa base.

No Split Payment, o meio de pagamento consulta o documento fiscal da operação para segregar o imposto — a conta é feita em cima do que seu sistema emitiu. Quem chega em 2027 emitindo errado não perde só a nota — perde a apuração assistida do cliente.

2026
Homologação — obrigatório agora

IBS/CBS obrigatório no documento a partir de 01/08/2026; NFS-e nacional obrigatória para ME/EPP do Simples em 01/11/2026. Rejeição na emissão, não daqui a um ano.

2027
O split amplifica

CBS integral substitui PIS/Cofins; split payment estreia opcional e no B2B, com obrigatoriedade por fases. Amplifica um problema que já existe — não é onde ele começa.

2033
Fim da transição

Regras mudando a cada portaria até lá.

Se o seu sistema não estiver pronto:

Erro na emissão vira dívida do cliente

Nota com IBS/CBS errado ou incompleto propaga: cobrança inconsistente, apuração assistida errada, aceite tácito — e o ajuste vira um problema dentro de uma janela que fecha todo mês.

Time soterrado até 2033

Cada nova portaria vira refatoração do seu core fiscal — tirando seus devs do roadmap que gera receita.

Concorrente na frente

Quem estiver "Pronto para a Reforma" primeiro usa isso pra puxar a sua base de clientes.

Para software houses e sistemas próprios

“Meus devs constroem isso com IA.” Constroem a calculadora. Não constroem o resto.

Qualquer LLM escreve um cálculo de IBS/CBS hoje — isso é 5% do problema. O resto é manter tudo correto a cada nota técnica até 2033, o detalhe fiscal item a item na cobrança e a reconciliação entre o valor informado, o corrigido pela RFB e o efetivamente segregado pelo banco. É o trabalho contínuo que a API de cálculo do Sidecar faz no lugar do seu time.

Conhecer a API de cálculo

Manutenção até 2033

Cada nova nota técnica é nossa para implementar — não sua para refatorar.

Preço por cálculo

Sem mensalidade, sem mínimo. 1.000 cálculos grátis por mês.

Sandbox e OpenAPI públicos

Contrato documentado, sem falar com vendas para testar.

2027 — o que ativa depois

Quando o split operar, isto entra: reconciliação devido × segregado.

Este é o roadmap honesto de retenção — o produto que nasce quando o split começar a operar, desenhado junto com quem já estiver integrado pela API. Não é o que vendemos hoje.

* Projeção — operação plena (2027+). Painel ilustrativo com alíquotas de referência; em 2026 vigoram as alíquotas-teste (0,9% CBS / 0,1% IBS) e o split ainda não opera.

Monitor de Crédito

Crédito nas operações fora do split

Com split operante, o imposto já é segregado na liquidação. Fora dele, o crédito de IBS/CBS do seu cliente ainda depende do fornecedor recolher — o Monitor vai sinalizar esse risco antes da compra.

Conferência da apuração

Reconciliação da apuração assistida

A mesma API que valida a emissão vai reconciliar a apuração assistida dos clientes do seu sistema — apontando divergência antes do aceite tácito virar dívida.

White-label

Painel para o escritório contábil

O mesmo painel do Sidecar, com a marca do seu sistema, para o escritório contábil do seu cliente acompanhar a conformidade sem sair do seu ecossistema.

* Roadmap em desenho com quem chegar pelas ferramentas gratuitas e ficar integrado.

Quem somos

Software house que constrói produtos próprios — Sidecar Fiscal é o primeiro, e o fiscal é território dele, não nosso. Radar aberto e catálogo de erros grátis: mostramos o trabalho antes de pedir contrato.

FAQ

Perguntas frequentes

Quanto custa?

As ferramentas de validação (NF-e, NFS-e, Radar, catálogo de erros) são gratuitas, sem cadastro. A API de cálculo cobra por chamada, sem mensalidade — 1.000 cálculos grátis por mês, depois R$ 0,019 a R$ 0,008 conforme o volume. Tabela completa na página da API.

Tenho um sistema próprio, não sou ERP — serve pra mim?

Serve. "ERP" é só o termo que o mercado usa — o que importa é que o seu sistema emite documento fiscal. Sistema interno, plataforma própria, PDV: se emite NF-e ou NFS-e, os Validadores gratuitos funcionam do mesmo jeito, e a API de cálculo integra por uma chamada HTTP comum, sem exigir nenhum framework específico.

Sou contador — como uso isso com meus clientes?

Comece pelos Validadores: rode a nota de um cliente e mostre o que quebraria na Reforma, sem precisar de acesso ao sistema dele. Para volume — vários clientes, várias notas — o /contadores oferece validação em lote com resumo por CNPJ.

Vocês guardam os XMLs que eu valido?

Não. O documento é processado em memória e descartado imediatamente — não vai para disco, log nem backup. Guardamos apenas o resultado técnico da validação (códigos de erro, classificações fiscais, faixas de valor) e os dados cadastrais das empresas envolvidas, sem dados de pessoas físicas. Detalhes na Política de Privacidade.

O que acontece com os dados extraídos das validações?

Usamos para melhorar as regras de validação e publicar estatísticas de conformidade (ex.: "os 10 erros mais comuns de IBS/CBS"). Não publicamos indicadores que identifiquem uma empresa determinada sem consentimento específico.

Como integro o Sidecar no meu sistema?

Uma chamada HTTP: você envia os dados da venda (documento fiscal, NCM, valor, arranjo) e recebe de volta o cálculo de IBS/CBS item a item, pronto para entrar na cobrança. Veja o contrato completo e o preço por cálculo na página da API.

E se meus devs já constroem o cálculo com IA?

Ótimo — a calculadora é 5% do problema. O resto é manter tudo correto a cada nota técnica até 2033, o detalhe fiscal item a item na cobrança e a reconciliação entre o informado, o corrigido pela RFB e o segregado pelo banco. É trabalho contínuo, não um trecho de código.

Como vocês tratam segurança e confiabilidade?

mTLS ponta a ponta, erros no padrão RFC 7807, backoff exponencial e circuit breaker, rastreabilidade completa (trace IDs, OpenTelemetry) — a arquitetura é construída contra o Manual de Integração v1.0.

Vocês assumem a responsabilidade legal? Tem SLA ou garantia?

Somos honestos sobre os limites: nesta fase não vendemos SLA rigoroso, reembolso nem "blindagem jurídica" contratual. O que garantimos é operacional: cobertura de regra a cada nota técnica publicada, cada mudança registrada no Radar antes de entrar em produção, e aviso antecipado de qualquer breaking change no contrato da API. E não fazemos o Split Payment: quem executa a divisão é o banco; nós garantimos que os dados de origem estejam certos pra ele acertar.

Por que preciso me preparar já, se o recolhimento real só começa em 2027?

Porque a rejeição já acontece na emissão, não em 2027: nota com IBS/CBS incompleto ou incorreto já pode ser recusada hoje, sob a NT 2025.002. E o próximo prazo concreto é bem mais perto — 01/11/2026, quando as ME/EPP do Simples passam a emitir NFS-e pelo leiaute nacional. Quem não estiver pronto até lá arrisca nota rejeitada ou cai na apuração assistida em vez do procedimento padrão do Split Payment.

O que é o Split Payment da Reforma Tributária?

É a divisão automática do IBS/CBS no momento do pagamento: o meio de pagamento consulta o documento fiscal da operação e retém o imposto na origem, repassando direto ao governo, em vez do vendedor recolher depois. O Sidecar garante que a nota carregue os dados certos — item a item — para essa segregação sair correta.